Xiru Lautério "O PERSONAGEM MAIS BAGUAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS BRASILEIRAS"

8 de out. de 2009

A charge do Elias no Diário


6 de out. de 2009

Vernissage de Sandra Knackfuss























Dia 08/10 - 20:00 h / Sala Iberê Camargo / Santa Maria - RS

sobrevivência planetária

"A moderna sociedade industrial é uma religião fanática. Estamos derrubando, envenenando e destruindo todos os sistemas vivos do planeta. Estamos assumindo dívidas que nossos filhos não poderão pagar... Agimos como se fôssemos a última geração no planeta. Sem uma mudança radical no coração, na mente, na visão, a Terra se extinguirá como Vênus, calcinada e morta."

José Antonio Lutzenberger, citado no Sunday Times, An East-West Dialogue (Boston: Wisdom, 1991), 55. Citado também por Sogyal Rimpoche em O Livro Tibetano do Viver e do Morrer, Ed. Talento em co-edição com edit. Palas Athena, 10ª edição, agosto de 2007.

26 de ago. de 2009

Santa Maria desconhecida




Vista do Morro das Antenas, em foto de meu amigo Rafael Egidio.

25 de ago. de 2009

Ilustração para livro de fábula





Bico de pena sobre papel
Canetas Staedtler pigment liner 0.3 e 0.6

24 de ago. de 2009

Eu pelo Christian Guterres




Pois o Christian, além de violeiro dos bons, também é desenhista!

15 de ago. de 2009

Ilustração






Bico de pena em papel jornal

13 de ago. de 2009

ironia





Do álbum FANTASTIC, extraído do Orkut do RAFA

12 de ago. de 2009

Esboços e desenhos de meu amigo CHARLES





Visite o sitio do Charles: http://hqcharlie.blogspot.com

11 de ago. de 2009

Eu pelo Delci Taborda




Taborda, além de grande músico também desenha. Olha eu aí!

Sketchbook

29 de jul. de 2009

27 de jul. de 2009

Segredos

Correm segredos por aí
Pedindo revelação
Circulam sinuosos
Cruzando rente
Junto a corredores
Pisos e rodapés

Se arrastam segredos
Pelas alfombras
Desvãos e calçadas
Deslizam por baixo das abas
Resvalam pelas escadas
E rampas

Correm segredos ansiosos
De confidências
Céleres procuram
vãos, buracos e frestas
Por onde possam
Se deixar avistar

Por aí correm segredos
De amores
De cumplicidade
De acordos
De justiça!

Correm segredos ansiosos
Por ciência e por luz
Por aí vagam
Segredos quase perdidos
Em busca de revelação

Vazam segredos
De tempos em tempos
Em sigilo, guardados,
Cuidadosamente criados
E mantidos
Por atos secretos.

Byrata / 27-07-09

Não toque!



Clicada por Paola Tolves em VALE VÊNETO - RS.

17 de jul. de 2009

15 de jul. de 2009

Viagem

Churrasco de galpão

Mais carrinhos de lomba



Máucio recria hábito esquecido em Santa Maria

Projeto Recriar - Carrinhos de Lomba

O Projeto Recriar/Carrinhos de Lomba busca resgatar, de forma criativa, os tradicionais brinquedos artesanais. Faz parte da disciplina Laboratório de Solução de Problemas do Curso de Desenho Industrial/ UFSM – ministrada pelo profº Máucio. É um Projeto de Extensão ligado ao Centro Artes e Letras.
O Recriar é um evento anual que visa à integração entre a universidade e a comunidade. Os alunos, durante a disciplina, desenvolvem projetos de design efetuando uma releitura de Carrinhos de Lomba, tendo como objetivos, novas soluções técnicas e novas propostas conceituais. Ao final do semestre os brinquedos são levados à rua para a interação com a comunidade/ crianças e adultos.

7 de jul. de 2009

2 de jul. de 2009

Zumbi

Se acordar, morro
Se morrer, acordo
Sou zumbi de mim
Viajante imerso
Na névoa da ilusão

Byrata

21 de jun. de 2009

Geada em Ijucapirama I


Friozito bueno...
Foto de: Guto Callegaro

Geada em Ijucapirama


Pra comemorar a entrada do inverno...
Foto de: Guto Callegaro

Rafael Grasel






















Rafael Grasel, jovem desenhista que estudou e formou-se em Santa Maria, retornou a Vacaria, sua cidade natal. Rafael publicou a meu respeito em seu blog.
Valeu Rafael!

Visitem o blog do Rafael:
http://www.estudiorafelipe.blogspot.com/.

19 de jun. de 2009

18 de jun. de 2009

Pra lembrar Garopaba


bico de pena / 0,3 / papel branco

E a galinha pousou na cadeia.

Li na Razão que numa noite destas um menor foi detido com uma bicicleta furtada, no bairro Urlândia. A Brigada Militar atendeu ao chamado e em revista ao menor, encontrou dentro da mochila que ele carregava, uma galinha viva.
Situação tragicômica essa, constituindo-se num verdadeiro arsenal de idéias para qualquer humorista. O ladrão foi pego pelo próprio dono do objeto roubado, demonstrando sua inexperiência. Na mochila do meliantezinho, além da galinha ainda havia bolitas. O que faziam ali? Seriam para enganar a galinha, que poderia pensar que era comida e assim manter-se calma e silenciosa, enquanto o rapaz agia, na calada da noite? Ou se tratava de bolitas que já se encontravam na mochila, que também foi roubada? Ou será que o ladrãozinho, ainda brincava com bolitas? É um mistério digno de Sherlock Holmes... No fim, o menor foi entregue a seus responsáveis e a galinha passou a noite na cadeia
O assunto lembrou-me de outra ocorrência que também merece destaque pelo seu aspecto cômico. Há alguns meses atrás, na Praça Eduardo Trevisan, que eventualmente, à noite serve de local para encontros amorosos, reunião de jovens festeiros e também de marginais que se aproveitam do grande fluxo de estudantes, para assaltar e roubar.
Além destes usos noturnos da Praça, também ocorrem cerimônias religiosas em que lá são colocadas oferendas para as mais diversas entidades espirituais.
Pois, numa manhã destas, amanheceu vagando pela praça um galo. Sim! Um belo e gordo frangão! Ainda estava meio tonto, após sobreviver a quem sabe que jornada, passada entre terra e céu ou entre limbo e inferno, sabe-se lá... O caso é que os santos não o aceitaram e ele retornou a vida. Vagava meio aéreo pela praça, dando a impressão de que perdera a identidade. Já não sabia se era ave, despacho ou que outro ser...
O bicho passou todo dia naquela situação, objeto de curiosidade dos moradores do entorno da Praça e de seus frequentadores habituais, até que uma comissão de moradores deliberou por prender a criatura e levá-la para uma das residências, enquanto aguardava seu destino.
Lá continua até hoje, está muito bem cuidado e recebe o carinho da vizinhança, que até manifestou, através de correspondência abaixo-assinada por vários moradores de um prédio próximo, seu apoio e apelo para que a proprietária da casa que o acolheu não se desfaça do galo e nem se preocupe com seu canto na madrugada, som já quase esquecido pelos moradores urbanos, alguns de origem rural, há muito distantes dos sons e ares campestres.
Dizem alguns gozadores de plantão, que o galo não age mais como uma ave normal. Tem um ar diferente, um olhar atento e penetrante. Observa as coisas e pessoas como se as visse de um outro plano. Como se estivesse constantemente inspirado ou como se percebesse algo invisível. Alguns até dizem que seu canto traz vaticínios, previsões, augúrios... A maior dificuldade está em traduzir esse canto para a linguagem humana. O certo é que, o bicho canta anunciando o amanhecer ou quando está com fome...

Byrata
Santa Maria, 5/06/09

Texto publicado Na Razão

16 de jun. de 2009


Marvada


Marvada

Meio amarelada
quieta, guardada
no vidro transparente
Co’a rolha bem calada
Que é pra conter o calor
Da água de fogo

Água que pega,
Que sossega
E afoga

Água maléva
Marvada e sotreta
Canha baguala
Sumo da terra

Te bebo num tiro
Estralando os beiços
Sem fazer cara feia

Cerro os dentes
Pra aparar o golpe
Dessa água de fogo

Que desce queimando
Levando por diante
Mágoas e sinas

Meto mais um trago
Que é pra sentá o pelo
E esquecer por um pouco
A saudade maleva
devastadora e cruel
daquela china tirana.

Marváada!


Byrata 01/06/09

5 de jun. de 2009

Tempo brabo


Bico de pena
Caneta nanquim 0,3
papel branco 90 gr.