Xiru Lautério "O PERSONAGEM MAIS BAGUAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS BRASILEIRAS"

24 de out. de 2013

Xiru Lautério no Diário de Santa Maria

Foto: Caludio Vaz/ Agencia RBS









24/10/2013 | N° 11824

QUADRINHOS

Ele está de volta

Xiru Lautério, personagem criado por Byrata, embarca em nova aventura em HQ que será lançada neste sábado

Imagine se o Super-Homem não usasse capa e, sim, bombacha. Ou que o Homem Aranha, em vez de lançar suas teias pela parede, soubesse mesmo era como manejar um laço com primor. E se a principal qualidade do Hulk não fosse a força, mas a habilidade para se meter em encrencas? Apaixonado por quadrinhos e por histórias de super-heróis, o desenhista Jorge Lopes, o Byrata, 60 anos, não só imaginou, mas deu vida em papel e nanquim ao Xiru Lautério, herói gaúcho que surgiu nos anos 70. O personagem terá a sua sexta HQ, Xiru Lautério Tigre N’Água – Uma Aventura no Rio Jaguari, lançada neste sábado, das 16h às 19h, na Livraria Nobel, no Royal Plaza Shopping.

O índio gaudério, que é um cavaleiro exímio e um aventureiro de marca maior, tem feito fãs em diferentes países. Byrata já recebeu fotos de leitores com exemplares de suas HQs na Inglaterra, Itália, Eslováquia, Coreia do Sul, Peru, Estados Unidos e França.

Depois que Xiru Lautério enfrentou a morte, na revista lançada no ano passado, muitos poderiam pensar que suas aventuras não poderiam ser maiores. Mas, neste sábado, o cartunista vai mostrar que sua imaginação pode ir além. Em Xiru Lautério Tigre N’Água – Uma Aventura no Rio Jaguari, o personagem principal viaja pelos ares sustentado pelas asas de dezenas de corvos, bate de frente com um avião xavante, é socorrido por um pescado e, ainda, tenta domar uma tropa de cavalos descontrolada.

Nova história está dividida em dois episódios

A nova história é dividida em dois episódios. O primeiro, o Náufrago, é o que está sendo lançado agora, o segundo, O Ginete, ainda está na prancheta do autor.

Finalizada em 1993, com quadrinhos desenhados à mão, O Náufrago é uma continuação de Xiru Lautério Contra a Morte. A ideia de fazer o livro surgiu no ano passado, quando Byrata foi convidado para ser patrono da Feira do Livro de 2013 de Tupanciretã. O evento seria realizado em outubro mas foi adiado. Por isso, Byrata resolveu lançar a obra primeiro em Santa Maria.

– A história estava guardada e sujeita a se perder. Ela tinha sido feita em tiras grandes, finalizadas com nanquim. O papel já está amarelado mas o desenho está intacto graças ao nanquim – conta Byrata.

Como ocorre nas edições anteriores, a história não tem um desfecho, que fica para o próximo número. O que já é garantia de que mais aventuras vêm por aí. E lá se vão 35 anos desde que o Xiru Lautério teve a sua primeira história publicada em revista. Naquela época, Byrata reuniu material que havia sido publicado nos jornais O Semanário de Tupanciretã e Diário Serrano, de Cruz Alta.

– A história é bem importante porque mostra o Xiru em outra época, com outro traço. Para mim, ele tem o papel de recuperar parte da minha trajetória – diz Byrata, que desenha desde os 14 anos.

Mas de onde mesmo é que surgiu a ideia de criar um personagem como Xiru Lautério? Byrata conta que sempre sonhava em ver nos quadrinhos um personagem com traços da cultura gaúcha.

– Nasci e fui criado no interior de Tupanciretã. Me criei ouvindo causos. Eram histórias contadas de maneira muito criativa, nas rodas de fogo de galpão. Ficava imaginando aquelas histórias desenhadas. Por isso, criei o personagem, primeiro para os jornais e, depois, adaptado para as HQs – conta Byrata.
MARILICE DARONCO|MARILICE.DARONCO@DIARIOSM.COM.BR

MU

23 de out. de 2013

PEÇA DINOTCHÊ NO SITE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTA MARIA

Publicada em 23/10/2013

Dinotchê volta à cena cultural santa-mariense. Espetáculos aconteceram no Theatro Treze de Maio, nesta quarta

Depois de ficar alguns anos “adormecido”, um simpático e conhecido dinossauro voltou a entrar em cena na cidade. Porém, desta vez, com uma roupagem diferente: ele virou um personagem de teatro. Promovido pelo SESC Santa Maria, como apoio da prefeitura, o espetáculo Dinotchê lotou o Theatro Treze de Maio, em três sessões, nesta quarta-feira (23), e arrancou gargalhadas e sorrisos da criançada. “É motivo de muito orgulho ver este tradicional personagem voltar à cena cultural da nossa cidade”, exaltou o prefeito Cezar Schirmer.

Para um dos criadores do personagem, o cartunista Byrata, assistir ao Dinotchê no palco é uma experiência nova. “Está sendo uma experiência agradável, única, pois eu nunca tive a oportunidade de ver um trabalho que eu pude criar sendo apresentado com outra leitura, dentro da linguagem do teatro”, disse o coautor do pequeno dinossauro. O diretor do SESC Santa Maria, Pedro Saccol, lembra o aspecto turístico da apresentação. “Este é um personagem santa-mariense que promove a paleontologia como atrativo turístico”, disse.

E, quem ainda não assistiu ao espetáculo, ainda tem chance. A quarta e última sessão do Dinotchê, em Santa Maria, acontece nesta quarta-feira, às 19h30, no Theatro Treze de Maio. O Projeto “Teatro a Mil”, do SESC, acontece em sete municípios gaúchos e leva o nome de Santa Maria em cada uma das 23 apresentações.

Dinotchê, o protetor do meio-ambiente

Nascido em 1997 pelas mãos e mentes do cartunista Byrata e do turismólogo Abdon Barretto Filho, Dinotchê teve um espaço garantido na Vila Belga, no início dos anos 2000. Protetor do meio-ambiente, o simpático dinossauro aborda, de forma lúdica, um tema que está em voga nos dias atuais: a sustentabilidade e a educação ambiental.

Jornalista Luiz Otávio Prates
Foto: Divulgação / SESC Santa Maria

Hoje tem Dinotchê no Thatro Treze de Maio

Para comemorar a apresentação da peça Dinotchê, apresentada pelo grupo TEATRO A MIL de Porto Alegre, reeditamos a revista em quadrinhos intitulada A ESTREIA DO DINOTCHÊ. Foto: Bica Beltrame
Grupo TEATRO A MIL

Capa da nova edição da ESTREIA DO DINOTCHÊ

22 de out. de 2013

Dinotchê no Theatro Treze de Maio


A volta do Dinotchê em notícia do Diário



 O personagem Dinotchê continua vivo e agora virou peça de teatro!

 Leia o registro publicado hoje no jornal Diário de Santa Maria, na coluna Zoom, pela jornalista Tatiana Py Dutra.


·         dinotchê
Espaço Temático Dinotchê - Foto de Charles Guerra - 26/08/2005/ Diário de Santa Maria

O Theatro Treze de Maio recebe, amanhã, o espetáculo infantil Dinotchê, do grupo Teatro a Mil, de Porto Alegre. Haverá sessões às 10h, 14h, 16h e 19h30min. As apresentações são exclusivas para escolas que fizerem agendamento no Sesc, promotor do evento por meio do Arte Sesc – Cultura Por Toda Parte. O telefone é (55) 3223-2288.

Baseada na criação de Abdon Barretto Filho e Byrata, a peça conta a história de um menino que viaja no tempo e encontra um dino do período triássico.

Deu saudade, agora: até 2006, Barreto, Byrata e Ruy Giffoni mantiveram aberto, na Vila Belga, o espaço Dinotchê (foto). Era um miniparque temático que explicava a história do fóssil de dinossauro que inspirou o personagem. Aliás, o Dinotchê rendeu cartilha, livro, música e, se dependesse de Barretto, viraria filme.

Até o fim do mês, várias cidades da região vão receber espetáculos do Arte Sesc. Hoje, às 20h, a peça Anticlássico será apresentada no auditório da Escola Annes Dias (Rua Mariz e Barros, 1.048), em Cruz Alta. É uma peça satírica em formato de falsa palestra proferida por uma bailarina, acompanhada ao piano por um punk. Ingressos a R$ 5 (comerciários com cartão Sesc), R$ 10 (empresários com cartão Sesc) e R$ 15 (público geral).
 http://www.clicrbs.com.br/dsm/rs/impressa/4,1300,4308632,22997

8 de out. de 2013

Painel gaudério na rodô

 No "flagrante" o registro da pintura de um painel na Rodoviária de Santa Maria, atividade integrante do Cartucho e 3ª Aldeia Sesc Imembuy.

Fotos do Bica Beltrame


Byrata, Jô e Chico Moraes

A autoria do desenho é do Jô (no centro), cartunista de competência que interpretou com maestria uma cena de rodoviária das antigas...

.A 

XIRU LAUTÉRIO EM PARIS


A jornada mundial do Xiru continua, agora esteve em Paris! 

Foto de Ana Isaia Barretto

Meu amigo e parceiro de jornada, Abdon Barretto Filho exibe o Xiru e Os Dinossauros no 1º Festival do Rio Grande do Sul em Paris, ocorrido de 18 a 21 de setembro de 2013.

23 de set. de 2013

Vem aí novo Xiru!


Xiru Lautério TIGRE N’ÁGUA – UMA AVENTURA NO RIO JAGUARI
Episodio um: O NÁUFRAGO

Revista em quadrinhos com nova aventura do Xiru Lautério
narrando a sequência da HQ anterior, intitulada XIRU LAUTÉRIO CONTRA A MORTE.

Dados técnicos:
Revista com 24 páginas + capas
Formato:21,0 x 30,0 cm
Material:
Capa: Papel Supremo 350 gr., plastificado
Miolo: Papel Polen Bold Natural fsc 90g/m Cores:
Capa: Colorida (4x1) / Miolo: Preto e Branco (1x1)
Impressão: Off Set
Tiragem: 2.000 exemplares


Lançamentos previstos:
                      
Outubro de 2013, na Feira do Livro de Tupanciretã, a “Terra da Mãe de Deus” e querência do Xiru Lautério.


3 de mai. de 2013

Elias e Xiru em Coimbra, Portugal!
























PELAS MÃOS, ZELO E CAPRICHO DE MEU AMIGO E PARCEIRO DE JORNADA, ELIAS RAMIRES MONTEIRO, CARTUNISTA PATRIMÔNIO NACIONAL DO RIO GRANDE, O XIRU ESTÁ ESTABELECIDO, À VENDA EM LOJA ESPECIALIZADA EM HQ EM COIMBRA, PORTUGAL:

Abaixo explico e entrego minha incompetência e falta grave, por ter publicado somente agora o fato, de extrema importância. Aproveito para me desculpar perante o Elias, e como se explicação tenha o dom de minimizar minha falha, explico: estive me vendo, às voltas com obras a serem lançadas na Feira do Livro de Santa Maria.




Ìntegra da mensagem do Elias:


"Byrata, índio velho e parceiro de jornada,


hoje 23 de abril, é com muita alegria que te comunico:

o Xiru tá à venda por essas bandas (desenhadas). Só em Coimbra, por enquanto, mas tá numa loja especializada em HQ. Uma loja de respeito.

É simplesmente a loja oficial do famoso Festival de Banda Desenhada 
de Amadora (festival que já tem mais de vinte anos e é referência no meio 
aqui na Europa) e que tem como um dos proprietários um crítico de 
quadrinhos e professor de HQ na Universidade da cidade do Porto.
O cara tem coluna semanal no Jornal As Beiras 
onde fala exclusivamente de quadrinhos. 
Não digo que foi fácil botar o Xiru na loja dele, mas vamos degavarito.


No anexo, fiz uma montagem pra ilustrar que o Lautério já amarrou 
o pingo na Dr.Kartoon, de Coimbra."

Marketing & Turismo / Flagrantes

Com orgulho exibimos a obra, que reúne uma coletânea de textos publicados em jornais, blogs, sites e  revistas desde o ano de 2009, até 2012.
Abdon Barretto ficou feliz com a presença no lançamento
Cézare Barrichello, Marilze Lobo e eu estivemos presentes

Abdon autografou para Maristela Eckhardt (bibliotecária responsável pela elaboração da ficha catalográfica da obra)  e Eugênia Mariano da Rocha Barichello,  patronesse da  Feira do Livro.

Trabalheira...


O autor, orgulhoso, posa com sua linda filha Ana

Após muitos dias de preparação da obra, podemos nos sentar e comemorar , felizes e orgulhosos, por mais  esse resultado entre tantas parcerias realizadas. Parabéns Abdon! Parabéns a nós, a Feira do Livro de Santa Maria, em sua 40ª Edição e parabéns aos seus idealizadores e organizadores. 


Dia 27/04/2013, foi lançado o livro MARKETING & TURISMO, de autoria de meu amigo Abdon Brretto Filho, em publicação da Editora Rio das Letras, que já conta em seu catálogo com obras e autores importantes, contribuindo para a valorização dessa jove editora, que teve seus primeiros títulos publicados em 2009.

Na oportunidade, autor e obra foram prestigiados por presenças importantes, que contribuíram para o sucesso do lançamento. As fotos foram clicadas pelo amigo Bica Beltrame.



31 de jan. de 2013

DIA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS NO BRASIL

O dia das HQs no Brasil foi ontem, dia 30 de janeiro. Este ano não pude fazer nada para mobilizar o pessoal daqui de Santa Maria, como venho fazendo a mais de três anos.
Para não deixar passar em branco produzi uma HQ do Xiru Lautério, desenhada ontem e colorida hoje.
Aproveito para parabenizar o pessoal de São Paulo, pela iniciativa de criar um dia para os quadrinhos brasileiros e pelo Prêmio Angelo Agostini. Em especial vai um grande abraço ao Bira Dantas, batalhador incansável dos quadrinhos no Brasil.

10 de jan. de 2013

CERVEJA ARTESANAL OLD LIPP

Tive a honra de criar a marca e rótulos da OLD LIPP NANO CERVEJARIA, do casal Marlize e Ronaldo Lippold, de Santa Maria.
É cerveja da melhor qualidade, vale a pena experimentar. Abaixo apresento os rótulos:










9 de jan. de 2013

Permanência X Impermanência


Campainha de mesa: uma tecnologia limpa e autossustentável


Outro dia fui a uma loja de consertos, pagar o serviço de reforma da máquina de lavar roupa, a minha “escrava branca” como costumo chama-la. Ela é uma antiga Brastemp e estava apresentando problemas, a ponto de passar pela minha cabeça em trocá-la por uma flamante e moderna lavadora automática cheia dos controles e outros quetais. Só não fiz isso porque a senhora que me atendeu na loja de consertos, quando fui pedir sua opinião, me convenceu de que valia a pena reformar ao invés de trocar, pois essas máquinas modernas são cheias de recursos, mas não chegam nem aos pés das antigas, que são mais resistentes e de fácil manutenção, ao passo que as modernosas vêm com placas e circuitos que ao apresentarem problemas complicam ainda mais as coisas, não só em manutenção, como no estrago que fazem no bolso do vivente.
Pois bueno, hoje sou o feliz proprietário de uma nova/velha lavadora, inclusive de “casco” novo. A antiga estava toda enferrujada, também, a coitada tem mais de 30 anos e já passou por muita lavagem de roupa suja. O pessoal do conserto me ofereceu a oportunidade de trocar o “gabinete” (esse é o nome da estrutura externa) por outro, em excelente estado, que pertencera a uma máquina da mesma marca e modelo.
Tah! Aceitei. O preço estava em conta e valia a pena, inda mais que fiz uma negociação que dava no meu dinheiro, além de evitar as tais 12 parcelas sem entrada que iria encarar na compra de uma moderníssima “faz tudo em um”. Concluí que saí em vantagem, minha máquina está nova, funcionando que é uma beleza e tá paga!

Mas Bueno, na verdade o causo não é esse, trata-se da campainha de mesa, conforme está no título, lá encima. Pois bem, ao ir à loja para pagar o serviço, vi sobre o balcão uma campainha daquelas antigas, que tem um bojo de metal e um botão para tocar com o dedo que aciona um martelete metálico interno, fazendo soar a campainha. É um dispositivo extraordinariamente simples e funcional. É só bater o dedo, sem esforço algum e soa um tinido metálico e sonoro, lindo, musical. Não fere o ouvido, nem causa um estardalhaço desmedido, soa como uma musica de uma nota só. Dá prazer em ouvir.
E o design então, é algo incrível, um “desaine” antigo e permanente, algo que lembra um sino, ou um gongo e que funciona sem necessidade de luz elétrica ou qualquer tipo de energia, senão a de nosso próprio impulso. Da vontade de ficar tocando aquilo, indefinidamente. Aliás, não aguentei e toquei, embora o proprietário da loja estivesse presente, atendendo-me cordialmente, louco de faceiro, pois eu fora pagar o serviço.
Desculpei-me e falei pra ele que não sabia que ainda fabricavam aquele instrumento singelo e competente na sua função, e que toca-lo me remetia ao passado, acionando lembranças de outros lugares, de antigos armazéns de minha infância, repartições públicas e recepções de atendimentos que visitara em outros tempos. Lembrei-me de uma que havia no balcão de recepção da gráfica que possuí na década de 80 e isso me levou a outras e outras lembranças.

Enfim, as campainhas de mesa, são instrumentos que provavelmente existirão para sempre, assim como outras coisas de nossas vidas, e que contrariam essa teimosa teoria do ”troque por outra”, “compre uma nova”, “descarte que já não funciona”. Tenho pensado muito nisso e tou querendo até criar uma comunidade no Orkut, ou melhor, no “Feice”, ou quem sabe nalguma outra rede que venha para substituir essas...
Vejam só! Esse hábito de substituições vai longe e enquanto minha mente se perde nessas conjecturas, ouço o som de minha escrava branca renovada, trabalhando tranquila, sem trancos desusados, até parece que está faceira, a bichinha, com a nova recauchutagem. Que coisa né?

Byrata
09/01/2013

20 de dez. de 2012

211212



Chegou o 21 aprazado
Quando a tecitura do tempo
Por anúncio aclamado
Ameaça se descompor

Será o fim dos tempos
O fim do mundo,
O The End?

Verdade, fato ou ilusão,
O fim da confusão
Me diga quem entende
Me esclareça
Meu irmão

Nos corredores da repartição
Na fila do ônibus
Na sacada do prédio

Almas ansiosas aguardam
Incertas, incrédulas
Com ares de tanto faz
Atitudes de pouco importa
Se o mundo continua
Ou se desfaz

Afinal de que mundo se fala?
A que realidade se refere?
Qual fim se anuncia?
Do mundo, da vida
Ou do ser?

De qualquer forma ou maneira
Vou ficar muito atento
Olhar pro céu,
Pro horizonte,
Pra frente

Porque não quero
Ser pego desprevenido
Se o mundo acabar
Assim, num de repente!

Byrata
20/12/12