Xiru Lautério "O PERSONAGEM MAIS BAGUAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS BRASILEIRAS"
28 de mai. de 2020
7 de mai. de 2020
HQ NA PRÁTICA:
V DE VINGANÇA - A MÁSCARA DO PROTAGONISTA
Referência publicada em "Notas na areia" (notas de rodapé) do livro SANDMAN: DESPERTAR, VOLUME 10 / NEIL GAIMAN ; (TRADUZIDO POR DANIEL PELLIZZARI). -- SÃO PAULO ; CONRAD EDITORA DO BRASIL, 2008.
A HQ "V DE VINGANÇA"

(E) Capa da edição de setembro de 1988 da HQ V de Vingança de Alan Moore e David Lloyd.
(D) HQ V de Vingança da edição brasileira, em capa dura, publicada pela Panini, em 2006/2012.
https://pt.wikipedia.org/wiki/V_for_Vendetta
V FOR VENDETTA, o filme:
Cartaz da versão original, em inglês.
Sobre o filme:
https://pt.wikipedia.org/wiki/V_de_Vingan%C3%A7a_(filme)
Guy Fawkes (13/04/1570 - 31/01/1606) foi um soldado inglês católico que participou da Conspiração da Pólvora, movimento que pretendia assassinar o rei protestante James I da Inglaterra e de todos os membros do Parlamento durante a sessão em 1605. Ele guardava os barris de pólvora que seriam usados para explodir o Parlamento, mas, como o plano fracassou, acabou preso. Depois foi interrogado, torturado e enforcado. O protagonista da história em quadrinhos V de Vingança (O Globo, 1990/ Panini, 2006) usa uma máscara inspirada no rosto de Fawkes.
A HQ "V DE VINGANÇA"

(E) Capa da edição de setembro de 1988 da HQ V de Vingança de Alan Moore e David Lloyd.
(D) HQ V de Vingança da edição brasileira, em capa dura, publicada pela Panini, em 2006/2012.
V de Vingança (versão em português para V for Vendetta) é uma série de histórias em quadrinhos escrita por Alan Moore e em grande parte desenhada por David Lloyd. A história se passa em um futuro distópico e pós-apocalíptico de 1997 no Reino Unido, em que um misterioso Revolucionário tenta destruir o Estado, através de ações diretas.
V de Vingança foi publicado originalmente entre 1982 e 1983 em preto e branco pela editora britânica Warrior, mas não chegou a ser finalizado. Em 1988, incentivados pela DC Comics, Allan Moore e David Lloyd retomaram a série e a concluíram com uma edição colorida. A série completa foi republicada nos EUA pelo selo Vertigo da DC e no Reino Unido pela Titan Books. No Brasil, foi publicada em 1989 em cinco edições em cores pela editora Globo e mais tarde pela Via Lettera, em dois volumes em preto e branco; em 2006 teve uma edição especial pela Panini, em volume único, colorido e com material extra. Atendendo a pedidos, em 2012 a Panini relançou esta edição especial.
https://pt.wikipedia.org/wiki/V_for_Vendetta
V FOR VENDETTA, o filme:
Cartaz da versão original, em inglês.
Sobre o filme:
https://pt.wikipedia.org/wiki/V_de_Vingan%C3%A7a_(filme)
6 de jun. de 2019
4 de mai. de 2019
18 de jul. de 2018
17 de jul. de 2018
29 de jan. de 2018
Abandono...
Caríssimos:
Perdoem o abandono, tenho esquecido de bloggar, cá estou, tentarei retornar com mais frequência. Grande abraço!
Perdoem o abandono, tenho esquecido de bloggar, cá estou, tentarei retornar com mais frequência. Grande abraço!
11 de jul. de 2017
13 de jun. de 2017
Divagações filosóficas
O QUANTO SABEMOS DA VIDA?
Nesta vida somos peças de uma grande engrenagem composta de
inúmeros sistemas que funcionam interligados.
Parece-me impossível vislumbrar a engrenagem toda, mas creio
que podemos entender um pouco do sistema que nos cerca...
Há dias em que tenho a impressão de que sou capaz de perceber
com clareza uma parte maior da engrenagem, como se o mecanismo que movimenta a
peça que sou/represento, estivesse, momentaneamente, numa posição mais elevada em
relação ao sistema, permitindo-me uma percepção mais ampla e abrangente.
Por outro lado, às vezes, tenho a sensação de que sou uma
peça perdida, descartada do sistema, como se não estivesse funcionando bem.
Nesses momentos me pergunto, como funciona o sistema? O que
é o sistema? Qual a ligação do sistema com a vida?
Nessas horas compreendo o quão pouco sei da vida...
Byrata,
Santa Maria, 13/03/2017.
14 de out. de 2016
Xiru Lautério e Byrata na França
Viajei em companhia do colega cartunista,
Santiago e sua esposa Olga Pacheco. Partimos do Aeroporto Salgado Filho no dia
19 de setembro, num voo direto a Lisboa, pela Tap Portugal. Após, quase 11
horas de viagem pousamos na linda capital da pátria mãe dos brasileiros, onde
fizemos conexão para um novo voo rumo à França.
Desembarcamos no aeroporto de
Orly, justamente em 20 de setembro, o dia do gaúcho, para participar do 4º
festival do Rio Grande do Sul de Paris, a convite da Association Sol do Sul,
entidade criada e administrada por gaúchos que residem na “Cidade luz”.
Fomos recepcionados no aeroporto
e conduzidos ao Centre International de Séjour Kellermann, onde estivemos hospedados
até o dia 30 de setembro. Lá encontramos com outros participantes convidados
para o festival, dentre eles, um animado grupo de danças tradicionalistas
gaúchas (Cia de Arte: Universo em Dança) da cidade de Butiá, também conhecemos o
simpático casal Carine Glienke e Marcos Froner Ferreira, dançarinos da cidade
de Curitibanos – SC e os músicos Adriana de Los Santos, excepcional gaiteira
gaúcha e o violonista Lívio Macedo, paranaense radicado em São Paulo. Rapidamente
nos integramos e passamos a conviver como se estivéssemos em nossos pagos queridos.
A Associação Sol do Sul e o Festival do Rio Grande do Sul de Paris
A Association Sol do Sul é uma
entidade sem fins lucrativos estabelecida na cidade de Paris desde 2003 e tem
como objetivo promover e divulgar a cultura e o turismo e oportunizar novas
aberturas comerciais do Sul do Brasil, especialmente o estado do Rio Grande do
Sul, na França e na Europa.
Em sua quarta edição, pelo que
observei, o festival tem cumprido com seus objetivos de divulgação e promoção
da cultura do sul do Brasil na França, oportunizando aos convidados mostrar seu
trabalho e divulgar os potenciais de seus lugares de origem, é claro que tudo é
feito com bastante dificuldade, pois lá é um mundão enorme onde circula gente de
todo o planeta, das mais diversas culturas e nacionalidades, é algo
inimaginável pra um viajante de primeira jornada. O pessoal da Association Sol
do Sul, capitaneados pela sua competente Presidente Jaqueline Dreyer, faz o que
pode para realizar esse evento que nasceu de um sonho, de um ideal e que vem se
fortalecendo a cada ano que passa, conquistando novos parceiros e apoios
fundamentais. Convivendo com eles, me identifiquei muito com sua luta e busca
de realizações, comparei com a minha própria, onde busco realizar minha obra,
mesmo com as dificuldades para sua propagação, mas graças ao apoio e
sensibilidade dos amigos, familiares, entidades, empresas e apreciadores, tenho
conseguido realizar meu trabalho até aqui e atrair a atenção e o interesse até de
centros tão distantes onde existem pessoas que valorizam o esforço e a produção
artística que representa a cultura de um lugar.
Durante o Festival, fomos
recepcionados com “pompa e circunstância” na Embaixada Brasileira, recebidos
honrosamente pelo Embaixador do Brasil na França, o Sr. Paulo C. de Oliveira
Campos, onde tivemos oportunidade de falar um pouco sobre nosso trabalho e
nossa região de origem. Foi um encontro em que nós como artistas nos sentimos
valorizados pelo que fazemos e pela condição de representantes culturais de
nosso país. Naquele momento, mais uma vez senti orgulho de ser gaúcho e estar
integrado a uma iniciativa de valorização coletiva.
A programação do festival foi bem
variada, houve palestras sobre culinária gaúcha e também sobre o pinhão, essa semente
maravilhosa produzida pela araucária, ou pinheiro brasileiro, que além de
disseminar a espécie pelo solo brasileiro, ainda enriquece nossa culinária
através de pratos saborosos e de alto teor nutritivo, consumidos principalmente
durante o inverno, nas regiões do sul do país.
No sábado dia 24 de setembro foi
o auge da programação do festival, com a realização às 13 horas da 3ª Marcha
Farroupilha e depois, na Sala de festas da Prefeitura do 14º distrito (Salle des Fêtes de la
Mairie du 14e) houveram várias apresentações artísticas num palco
integrado a um grande espaço ocupado por vários stands com venda de produtos
gaúchos, mostra de gastronomia e divulgação turística e cultural de diversas
regiões do sul do Brasil.
No hall de acesso ao salão foi
montada a exposição “Gauchos sur La Rive Gauche” com cartuns do Elias
(cartunista do jornal Diário de Santa Maria), do Santiago e meus. Em frente á
exposição, recebemos o público que veio prestigiar nosso trabalho e adquirir
nossas obras. Nesse dia realizei o lançamento internacional do Xiru Lautério e
Os Dinossauros – Parte 1, traduzida para os idiomas Francês, Italiano e
espanhol, além da versão em português, naturalmente. Levei uma mala de Xirus e
deixei todos por lá, vendidos em Euros, uma moeda forte, barbaridade.
No domingo, dia 25, encerrou-se a
programação do 4º Festival do Rio Grande do Sul de Paris, com um baita
churrasco assado por três gaúchos da comitiva de visitantes, dois do grupo de
danças de Butiá e mais o Marcos Froner Ferreira, gaúcho catarinense louco de
bueno, que provou mais uma vez a todos nós que ser gaúcho é um estado de
espírito que vai além da geografia.
A carne, selecionada pelos
gaúchos foi muito apreciada, embora o gosto dos parisienses seja um tanto
diferente, eles apreciam o assado mal passado, quase cru, esse é um consenso.
Entrevista na Rádio França Internacional e encontro com o cartunista
Plantu
Após as atividades do Festival do
Rio Grande do Sul de Paris, cumprimos ainda com mais alguns compromissos que
haviam sido agendados por Jaqueline Dreyer, especialmente para mim e o
Santiago, primeiro fomos a uma entrevista na RFI – Rádio França Internacional,
onde conversamos com a jornalista Patricia Moribe, brasileira, radicada em
Paris, e falamos um pouco sobre nosso trabalho e a situação do cartum e das
histórias em quadrinhos no Brasil.
Depois nos encontramos com o
cartunista Plantu, do Jornal Le Monde e fundador da organização Cartooning for
Peace, “Cartunistas pela paz” cujo objetivo principal é promover as liberdades
fundamentais e a democracia. A associação dá especial atenção ao exercício da
liberdade de expressão, tal como definido no artigo 19º da Declaração Universal
dos Direitos Humanos: “Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de
expressão, este direito implica a liberdade de manter as suas próprias opiniões
sem interferência e de procurar, receber e difundir informações e ideias por
qualquer meio de expressão independentemente das fronteiras”. O encontro foi
muito produtivo e me permitiu compreender ainda melhor o papel que temos como
cartunistas, nesta vida moderna, em que vivemos tão intensamente o choque entre
as diversas culturas de nosso planeta.
Depois dessa intensa atividade,
em que dividimos nosso tempo entre andar pela cidade, na maioria das vezes de
metrô, esse impressionante meio de transporte que nos leva de um ponto a outro
da cidade rapidamente, permitindo-nos conhecer muitos lugares famosos e
belíssimos, encerramos nossa participação na cidade de Paris e no dia 30 de
setembro, tomamos um trem para a cidade de Limoges e depois um ônibus rumo a
Saint-Just-Le-Martel, no interior da França para participar do 35º Festival
Internacional de La Caricature et Du Dessin de Presse & D’Humour, onde
fomos os representantes do Brasil nesse festival que reuniu cartunista do mundo
inteiro, mas o relato sobre essa participação ficará para outra oportunidade.
Xiru Lautério, um personagem tupanciretanense arrastando as esporas no
Champs-Élysées
Além da maravilhosa oportunidade
de conhecer Paris, numa experiência inesquecível, em que pude conviver com
tanta gente diferente e apreciar a um monumental conjunto arquitetônico, de uma
beleza de encher os olhos e a imaginação, passeando diante de uma história
milenar, viva e vibrante, compreendi que esse foi o bônus especial que recebi
nessa viagem, mas o que procurei estabelecer como meta principal foi a busca de
oportunidades para divulgação de meu trabalho, na esperança de atrair o
interesse de possíveis editores para o personagem Xiru Lautério na França e na
Europa.
Esse objetivo foi alcançado em
parte, fiz novos amigos na França e consegui apresentar o Xiru para muitas
pessoas e acredito que o primeiro passo foi dado, uma nova perspectiva se abre
para a apresentação de nossa cultura e nossos costumes, divulgados através da
linguagem universal dos quadrinhos, devidamente traduzidos para os idiomas latinos,
criando oportunidade de abrir caminhos para o Xiru Lautério, personagem nascido
e criado em Tupanciretã, “cria” mais precisamente ali da Lagoa Vermelha e de
São Bernardo, e que agora atravessou o oceano Atlântico e andou pelas terras da
Velha Europa, inicialmente na França e quem sabe mais adiante por outras
paragens do Velho Continente, onde as histórias em quadrinhos são muito
apreciadas.
Um grande abraço a todos!
Byrata, 12/10/2016
4 de set. de 2016
12 de mai. de 2016
9 de nov. de 2015
A Revolta Militar de Santa Maria: Novembro de 1926
Poucos sabem que 89 anos atrás, choveu bala aqui pelas ruas de Santa Maria.
Tive a honra e satisfação de participar da diagramação e montagem da apresentação em banners, deste importante trabalho de pesquisa sobre um episódio pouco conhecido ou lembrado pelos atuais santa-marienses.O autor, Wagner Serafini dos Santos, do Programa de Pós-Graduação Profissional em Patrimônio Cultural da UFSM, fez um excelente trabalho.
A exposição fotográfica A revolta militar de Santa Maria: novembro de 1926 surgiu a partir de uma pesquisa de Wagner Serafini dos Santos, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Maria Medianeira Padoin, para o Mestrado Profissional em Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).
A
pesquisa buscou informações bibliográficas e documentais para narrar a história
da revolta militar e para divulgá-la por meio da exposição fotográfica. No
total, foram pesquisados os acervos de seis instituições, às quais agradecemos
o apoio: Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria, Casa de Memória Edmundo
Cardoso, Centro Histórico Coronel Pillar, Colégio Marista Santa Maria, Memorial
Mallet e Museu Educativo Gama d'Eça.
De
caráter itinerante, a exposição foi planejada para ser montada na Reitoria da
UFSM (09/11/15 a 20/11/15), no Arquivo Histórico Municipal de Santa Maria
(23/11/15 a 11/12/15) e na Câmara Municipal de Vereadores de Santa Maria
(14/12/15 a 31/12/15). A seguir, um resumo da história da revolta militar de
1926.
A revolta militar de
Santa Maria em 1926:
Na
madrugada de 16/11/1926, os primeiros-tenentes Alcides Gonçalves Etchegoyen,
Nelson Gonçalves Etchegoyen, Heitor Lobato Valle e Iguatemi Moreira lideram um
levante no 5º Regimento de Artilharia Montada (atual 3º Grupo de Artilharia de
Campanha Autopropulsado – Regimento Mallet) e no 7º Regimento de Infantaria
(atual 7º Batalhão de Infantaria Blindado – Regimento Gomes Carneiro), para
impedir a posse do presidente Washington Luís. A revolta fazia parte do
Tenentismo, movimento armado nascido no Rio de Janeiro em 1922 e que mobilizou
uma parcela do Exército Brasileiro no combate aos governos e às fraudes
eleitorais do Brasil na época (BELÉM, 2000; BELTRÃO, 2013; FIGUEIREDO, 1995).
Em
Santa Maria, os contingentes rebelados são combatidos pelo 1º Regimento de
Cavalaria da Brigada Militar (atual 1º Regimento de Polícia Montada), comandado
pelo então major Aníbal Garcia Barão, com apoio de militares do Exército
contrários à revolta e do Esquadrão Auxiliar de Cachoeira do Sul. Civis aderem
aos dois lados do combate, e apesar da superioridade numérica dos rebeldes,
eles não conseguem romper a linha de defesa da Brigada Militar, constituída por
uma série de trincheiras ao longo da Rua Sete de Setembro, da Avenida Rio
Branco e das ruas Marechal Floriano Peixoto e Gaspar Martins. Durante a
batalha, os feridos são atendidos no Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de
Azevedo e no Hospital Militar do Exército, atual Hospital de Guarnição de Santa
Maria – HGUSM (ABREU, 1958; BELTRÃO, 2013; LOPES SOBRINHO, 2000).
Disparos
de canhões pelos revoltosos tentam em vão acertar o quartel da Brigada Militar,
enquanto os brigadianos revidam com metralhadoras. O centro da cidade é
bombardeado, danificando prédios, residências e a usina elétrica local,
provocando falta de luz e a fuga de uma parte da população. Ocorrem mortes de
brigadianos, militares rebelados e civis. Diante da resistência da Brigada, os
rebeldes desistem do combate e se retiram de Santa Maria, terminando a batalha
no dia 17/11/1926. Os brigadianos retornam ao seu regimento sob vivas de
populares (BELTRÃO, 2013; HORAS..., 1926; LOPES SOBRINHO, 2000), e a revolta
militar é repercutida pelos jornais santa-marienses Correio da Serra, Diário do
Interior, Gaspar Martins e O Castilhista.
Locais,
datas e horários:
Hall da
Reitoria da UFSM
9 a 20/11 de 2015 - Segunda a sexta-feira, das 8h
às 19h
Arquivo
Histórico
Municipal de
Santa Maria
23 de novembro a 11 de dezembro de 2015
Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h
Câmara
Municipal de
Vereadores
de Santa Maria
(2º andar)
14 a 31 de dezembro de 2015
Segunda a quinta-feira, das 8h às 12h e das
13h30min às 17h30min
Sexta-feira, das 7h30min
às 13h30min
10 de ago. de 2015
Xiru Lautério no blog Marko & Things
A notícia desta postagem está um tanto desatualizada, mas só agora pude divulga-la... O grande incentivador das produções em HQ, Marko Ajdaric a publicou em seu blog no mês de abril, exatamente na data de meu aniversário. Gracias Marko véio!
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Xiru Lautério: o Ginete, o novo álbum de Byrata
Alô, Santa Maia, Alô, Rio Grande e paragens vizinhas O Xiru Lautério vem peleando com a morte desde que nasceu, mas seu primeiro confronto nas páginas de uma HQ ocorreu em 1986, quando XIRU LAUTÉRIO CONTRA A MORTE foi publicado em tiras diárias no Jornal A Razão (de Santa Maria).
Nessa aventura o Xiru se “pega a bala” contra o gadanho fatídico da caveira velha e acaba caindo nas profundezas de um precipício, salvo, providencialmente pelo corpo de sua montaria, uma “égua véia louca de buena” que não só lhe aparou a queda, mas ainda lhe serviu de alimento durante o longo período em que esteve preso sem possibilidades de sair das entranhas da Serra Geral.
Em 2013 foi publicada nova HQ do Xiru, intitulada XIRU LAUTÉRIO: TIGRE’ NÁGUA, UMA AVENTURA NO RIO JAGUARI, com a história que deu continuidade a saga. Esse episódio foi quadrinizado em tiras, como a HQ anterior, mas ficaram guardadas, quase até o esquecimento para finalmente, por iniciativa do autor, serem recolhidas, organizadas e publicadas pela Editora Rio das Letras.
Nesta aventura o Xiru Lautério, sofre um acidente incrível, calculem só, foi atropelado por um avião em pleno ar, quando voava sustentado pelas asas de uns mil corvos! Coisa de louco não? Com a queda o Xiru perde a memória, perdendo também as pilchas, restando-lhe apenas as bombachas em farrapos.
Imaginem um gaúcho tradicional, daqueles que estão sempre vestidos com as pilchas completas: botas, esporas, bombacha, faixa e guaiaca na cintura, faca e tirador, camisa, colete, lenço colorado, chapéu e barbicacho e pra finalizar um vasto bigode e um sorriso largo na cara... Esse é o Xiru Lautério. Pois não é que esse gaudério me perde as pilchas e também a memória!
Pensem na situação. Um gaúcho despilchado e sem memória é um individuo sem identidade, não lhes parece? Pois foi o que aconteceu com o Xiru: aparentemente perdeu tudo, tornou-se um ninguém. Já perceberam em que situação ficou nosso personagem?
Pois é... Por conta disso até recebi mensagens de alguns leitores, reclamando da situação em que coloquei o Xiru Lautério: - “algo desumano demais, até para um personagem de quadrinhos,” disseram. E o pior! O personagem na situação atual, dessa aventura, recebeu o apelido pouco honroso de “Recavém”, que é como se chama a parte traseira da carreta de bois aqui no Rio Grande do Sul. -”É muita judiaria para um personagem, mesmo que seja um herói dos quadrinhos”, também disseram...
Bueno: Aqui está a continuação desta história, na qual tenho me empenhado, em busca da solução para que o Xiru reverta esse quadro e consiga sair são e salvo, de “Lombo liso”, como diz o gaúcho. Afinal é assim que funcionam os roteiros de aventuras em quadrinhos. O personagem fica numa situação cabeluda, lutando com unhas e dentes contra seus inimigos e diante das maiores adversidades, para depois sair vitorioso. Essa é a fórmula para fazer uma boa história de aventura.
Nestas alturas algum dos leitores talvez esteja querendo saber como vai acabar essa história para que nosso personagem recupere seu nome, sua honra e sua identidade. Pois terão de aguardar mais um pouco, porque ainda não acaba aqui esta saga, ela será finalizada no próximo episódio, quando finalmente chegará o fim do combate entre o Xiru e a Morte, que tem estado sempre a espreita, tentando de todas as maneiras “pelar a coruja” do Xiru Lautério.
O novo Xiru Lautério sai em maio de 2015
Dados técnicos:
Revista com 36 páginas + capas
Formato:21,0 x 30,0 cm
Material:Capa: Papel Supremo 350 gr., plastificado
Miolo: Papel Polen Bold Natural fsc 90g/m Cores:
Capa: Colorida (4x1) / Miolo: Preto e Branco (1x1)
Impressão: Off SetTiragem: 3.000 exemplares
Visite o blog do Markão:
http://omundodemarko.blogspot.com.br/2015/04/xiru-lauterio-o-ginete-o-novo-album-de.html
16 de mar. de 2015
SEJA PARCEIRO DO XIRU LAUTÉRIO!
O Xiru Lautério quer teu apoio!
Xiru
Lautério: O GINETE
UMA AVENTURA NO RIO JAGUARI II
Revista
em quadrinhos com nova aventura do Xiru Lautério em sequência
à saga do Xiru Contra a Morte
à saga do Xiru Contra a Morte
Dados técnicos:
Revista
com 36 páginas + capas
Formato:21,0
x 30,0 cm
Material:Capa:
Papel Supremo 350 gr., plastificado
Miolo:
Papel Polen Bold Natural fsc 90g/m Cores:
Capa:
Colorida (4x1) / Miolo: Preto e Branco (1x1)
Impressão:
Off SetTiragem: 3.000 exemplares
Primeiro Lançamento:
Abril/Maio
de 2015, durante a Feira do Livro de Santa Maria.
VALORES DE APOIO:
RODAPÉ : 17,50 x 2,00 cm / Preto e branco / R$ 200,00 + 20 revistas
Outros espaços:
4ª
Capa / 21x30 cm / colorido / R$ 3.000,00 + 300 revistas
Capas
internas / 21x30 cm / cor / R$ 1.500,00 + 200 revistas
Pagina
interna / 18,50 x 28,00 / Preto e Branco / R$ 800,00 + 100 revistas
Meia
página: 18,50 x 13,50 cm / Preto e branco / R$ 500,00 + 80 revistas
1/4
de página: 9,00 x 13,50 cm / Preto e branco / R$ 400,00 + 50 revistas
XIRU LAUTÉRIO:
"O PERSONAGEM MAIS BAGUAL DAS HQs BRASILEIRAS"
A HISTÓRIA DO XIRU LAUTÉRIO
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| Primeira HQ do Xiru / 1978 |
O personagem de histórias em quadrinhos Xiru Lautério foi criado por Byrata na década de 70 e teve sua primeira revista impressa em 1978, com material que havia sido publicado nos jornais O Semanário de Tupanciretã e Diário Serrano, de Cruz Alta.
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| XIRU LAUTÉRIO E OS DINOSSAUROS I / 2007 |
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| XIRU LAUTÉRIO E OS CENTAUROS / 2008 |
Em 2007 saiu a revista Xiru Lautério e Os Dinossauros I e em 2008 foi publicado Xiru Lautério e Os Centauros, um álbum de 56 páginas em quadrinhos com uma história fantástica vivida pelo Xiru e o centauro Quíron, um personagem mitológico que conduz o Xiru numa viagem através do tempo permitindo-lhe e aos leitores, acompanhar as histórias da aviação no mundo, a história da Força Aérea Brasileira e do Esquadrão Centauro, que integra a Base Aérea de Santa Maria. Esse álbum foi encomendado pelo comando do Esquadrão Centauro, para comemorar seus 30 anos de existência e foi distribuído para todas as unidades da Força Aérea Brasileira, merecendo matéria no site da FAB.
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| XIRU LAUTÉRIO E OS DINOSSAUROS II / 2011 |
Em 2011 saiu o Xiru Lautério e Os Dinossauros II, completando uma saga que reúne dois temas importantes em seu enredo: a Formação de Desertos no Rio Grande do Sul e os Dinossauros e Répteis do Período Triásico no Rio Grande do Sul, cujos fósseis são encontrados em abundância na região central de nosso estado e principalmente em Santa Maria, considerada o berço mundial dessas criaturas pré-históricas.
Através de uma história de humor e ficção, Byrata busca provocar no leitor a reflexão sobre esses temas sempre atuais, garantindo também o interesse pela leitura desse episódio em que o Xiru, herói tipicamente gauchesco ganha força e vitalidade, coroando de êxito seu autor, na sua busca pela criação de um personagem genuinamente brasileiro.
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| XIRU LAUTÉRIO CONTRA A MORTE / 2012 |
Em 2012, é lançado o álbum XIRU LAUTÉRIO CONTRA A MORTE, cuja aventura foi publicada originalmente em 1986, em tiras diárias, nas páginas do Jornal A Razão, de Santa Maria – RS.
A publicação do XIRU CONTRA A MORTE garantiu que essa aventura não se perdesse da memória da vida do personagem e deu a oportunidade a que se publicasse também a sequência dessa história, EM 2013, intitulada TIGRE N’ÁGUA - UMA AVENTURA NO RIO JAGUARI.
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| XIRU LAUTÉRIO: TIGRE N'ÁGUA / 2013 |
A saga do XIRU CONTRA A MORTE não acabou, agora vem nova aventura com sua continuação no novo álbum intitulado: Xiru Lautério: O Ginete – Uma aventura no Rio Jaguari II, que será lançado dia 5 de maio de 2015, durante a FEIRA DO LIVRO DE SANTA MARIA.
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| XIRU LAUTÉRIO; O GINETE / Maio de 2015 |
Novo álbum está sendo preparado para finalizar essa grande aventura em que o Xiru peleia com armas, dentes e unhas contra sua própria morte e simbolicamente contra o fim do gaúcho, o “Centauro dos Pampas”.
26 de fev. de 2015
Novo álbum do Xirú Lautério vem aí!
Preparem as guaiacas, o novo álbum do Xiru Lautério será lançado em abril!
A saga do
Xiru Contra a Morte teve seu início em 1986, quando foi publicada em tiras
diárias no jornal A Razão de Santa Maria. Em 2012, os textos dos balões foram corrigidos
e as tiras foram montadas em páginas, depois digitalizadas e finalmente foi
publicado o álbum intitulado XIRU LAUTÉRIO CONTRA A MORTE.
Ainda em 1993, Essa história gerou uma
continuação, também para ser publicada no jornal, o que
acabou não acontecendo. Esse material ficou abandonado por muitos anos no fundo
de uma gaveta, até ser organizado e lançada em 2013 em um álbum intitulado XIRU
LAUTÉRIO: TIGRE N’ÁGUA - UMA AVENTURA NO RIO JAGUARI.
XIRU CONTRA A MORTE:
Uma saga que se completará em 4 álbuns
Uma saga que se completará em 4 álbuns
A ideia era finalizar a saga
nesta edição, mas isto não será possível porque a história tornou-se um pouco
mais longa do que se imaginava, para que se possa atingir seu objetivo de
conteúdo, onde se pretende resgatar um pouco da história do rio Jaguari,
inserida num ambiente de HQ, em que o Xiru Lautério como personagem central,
também tem parte de sua história e trajetória desvendada e ligada as nascentes
desse rio.
Desde seu início, esta aventura
passou por verdadeira prova de fogo, literalmente o
Xiru Lautério quase morreu, já que enfrentou o abandono, a passagem do tempo e
o amadurecimento de seu autor e do próprio personagem, incluindo seu roteiro e
desenhos.
Hoje se percebe que o Xiru
perdeu um pouco de sua forma de boneco para adquirir um aspecto mais
humanizado, embora em algumas cenas o boneco d’antanho se manifeste nos
desenhos, apresentando uma curiosa mutação. São quadrinhos que parecem adquirir
vida própria, como se quisesse impedir que se esqueçam de suas origens,
surpreendendo nesses momentos até mesmo a seu autor.
Além do episódio atual, em que o
Xiru está desmemoriado, despilchado e práticamente sem identidade, contando
somente com seus impulsos e instintos, que estão cada vez mais apurados,
demonstrando a capacidade intuitiva com que o ser humano é dotado para
enfrentar os revéses da vida, apresentamos também, como um bônus ao leitor fiel
do Xiru, uma aventura urbana e atualíssima, feita em 2014, especialmente para a
publicação EDIÇÃO DE RISCO 2, produzida pela Grafar - Grafistas Associados do
Rio Grande do Sul, com a participação de 32 cartunistas brasileiros. Como essa
aventura foi publicada numa coletânea que nem sempre estará ao alcance dos
leitores do Xiru, resolvemos incluir essa pequena HQ CURTA, neste álbum.
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