Lápis de cor: Vó Viva
Xiru Lautério "O PERSONAGEM MAIS BAGUAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS BRASILEIRAS"
24 de dez. de 2008
22 de dez. de 2008
19 de dez. de 2008
17 de dez. de 2008
Desenho a dois

Desenho: Byrata (caneta naquim sobre papel vergê)
Cor: Vó Viva (lápis de cor)
Vó Viva, apelido carinhoso dado pela primeira neta a Dona Nyvia da Silva Lopes, minha mãe.
Vó Viva está com Alzheimer, doença maléva que vai consumindo o cérebro das criaturas, até deixar do tamanho de um tomate. Esse buraco negro atacou minha velhinha.
No início ela começou apresentando pequenas confusões mentais, esquecimentos, desconfianças... agora está no leito do Hospital de Caridade em Santa Maria.
Ha uns três ou quatro anos atrás, faziamos juntos uns exercícios. Ela ainda estava bem mas perdia aos poucos a coordenação. Eu desenhava e ela coloria. Fizemos vários desenhos assim...
17 de nov. de 2008
Deu na ZH


REGIÃO CENTRAL
Um jeito doce de ensinar
Uma revista infantil aborda a prevenção e o tratamento do diabetes
Hoje, no Dia Internacional do Diabetes, uma publicação chega para tratar de maneira divertida um assunto sério. A revista infantil Insulina – A Formiguinha Diabética, obra de João da Fontoura e Souza Neto, o Tetê, com ilustrações de Byrata, enfoca o diabetes infantil e busca conscientizar adultos e crianças sobre a doença. O lançamento está programado para as 15h, com sessão de autógrafos, no Centro Cultural Cesma, em Santa Maria.A publicação conta a história da formiguinha Insulina. Ela é uma “garotinha” que vive com os pais, Seu Ínsulo e Dona Lina, e o irmão adolescente, Júnior, na cidade de Formigueirópolis. Caçula de uma família de classe média, bastante unida e que se preocupa com o bem-estar dos filhos, Insulina vai à escola, faz aula de dança, música, pratica esportes e tem muitos amiguinhos. Um dia, descobre que tem diabetes.O problema enfrentado pela formiguinha é também a realidade de muitas crianças. E o carnavalesco e compositor de sambas-enredo Tetê sabe bem o que é isso. Apesar de não ser diabético, ele tem na família casos da doença. Esse foi um dos fatores que motivou o autor a abordar o assunto, especialmente para o público infantil.– Gosto de trabalhar o humor e sempre quis criar um personagem infantil. Acho que encontrei uma maneira de fazer isso, e, ao mesmo tempo, tratar um assunto sério – diz Tetê.Assim nasceu a formiguinha diabética Insulina e a sua história, com a idéia de desmistificar a doença, ajudar pais e filhos a encarar o problema e também conscientizar as pessoas sobre a prevenção.Para colocar a idéia em prática, Tetê contou com a ajuda do cartunista Byrata, responsável pela ilustrações e pelo projeto gráfico do trabalho.– Tentei traduzir em imagens uma idéia muito feliz, riquíssima, que o Tetê teve. Uma preocupação que sirva de alerta à muitas famílias – diz Byrata.História terá seqüência em coleção de seis ediçõesA revista teve pré-lançamento em maio, na Feira do Livro de Santa Maria. Agora, ocorre o lançamento oficial, numa data que não poderia ser mais oportuna, o Dia Internacional do Diabetes que, neste ano, tem enfoque especial no diabetes infantil.A idéia de Tetê é trabalhar o tema com as crianças visitando escolas e promovendo a hora do conto. O autor também vai dar seqüência à história de Insulina em uma coleção. Já estão prontas outras seis histórias, que devem ser publicados em edições diferentes, a partir do ano que vem.Neste primeiro número, o autor apresenta Insulina, o local onde ela vive, sua família e a descoberta da doença. Nas próximas edições, a intenção é trabalhar situações do dia-a-dia da formiguinha com diabetes.– Vamos mostrar que, com alguns cuidados, uma criança com diabetes pode ter uma vida normal – conta Tetê.
RENATA BIANCHINI Santa Maria
Saiba mais:
Insulina – A Formiguinha Diabética
Autor: João Souza
Editora: independente, 16 páginas
Gênero: infantil
Preço: R$ 5 (mais despeas de correio)
Contatos: joaotete@bol.com.br
Insulina – A Formiguinha Diabética
Autor: João Souza
Editora: independente, 16 páginas
Gênero: infantil
Preço: R$ 5 (mais despeas de correio)
Contatos: joaotete@bol.com.br
20 de out. de 2008
17 de out. de 2008
16 de out. de 2008
15 de out. de 2008
Xirú Lautério e Os Centauros

Para os leitores que aguardam pela segunda parte do Xirú Lautério e os Dinossauros, peço um pouco mais de paciência.
Estou quadrinizando Xirú Lautério e Os Centauros, HQ encomendada pelo Esquadrão Centauro, sediado na Base Aérea de Santa Maria, que este ano faz 30 anos.
Essa HQ fará parte das comemorações de aniversário dessa unidade de nossa Força Aérea, que leva o nome de Centauro, justamente em homenagem ao gaúcho, o "Centauro dos Pampas".
A HQ será lançada em 21 de novembro próximo e a segunda parte do Xirú Lautério e os Dinossauros sairá em maio de 2009.
A partir de hoje, estarei postando algumas imagens da nova HQ.
13 de out. de 2008
Desenho abandonado
Este desenho foi abandonado no Maucios Bar, no sábado, durante o 5º cartucho. Elias e eu o encontramos enquanto bebiamos a re-re-re-saideira...
2 de out. de 2008
19 de set. de 2008
Deu na internet
17 de set. de 2008
A Charge do Elias no Diário
10 de set. de 2008
Santa Maria desconhecida II
9 de set. de 2008
Santa Maria desconhecida
20 de ago. de 2008
14 de ago. de 2008
Rato de Praia
Acácio
11 de ago. de 2008
Pérolas de meu bestunto I
Conversas domésticas:
- Acho que vai acabar o gás!
- Não! Vira essa boca pra lá!
- Acho que vai acabar o gás!
- Não! Vira essa boca pra lá!
6 de ago. de 2008
31 de jul. de 2008
11 de jul. de 2008
Estrela
Te acende pra mim estrela,
Namora-me enquanto a nuvem não passa.
Aqui em baixo meu sentimento é graça
e te nota a esborrifar azuis tão gentis.
Alcança-me a mão estrela
suspende-me na brisa.
Pois pelo pára-brisa do ar
já tua luz se deforma
e forma comigo um perfume sem par.
Esta tudo escuro na volta estrela
tudo muito ameaçador
me pinça a dor em tuas pontas de dama
e me ama e me coloca no tom.
Te acende pra mim estrela
aqui da calçada é hora
pois que agora desceste até mim
e o jasmim envolveu-nos
num sentimento quase sem fim.
Valério Rocha
11/07/08
Namora-me enquanto a nuvem não passa.
Aqui em baixo meu sentimento é graça
e te nota a esborrifar azuis tão gentis.
Alcança-me a mão estrela
suspende-me na brisa.
Pois pelo pára-brisa do ar
já tua luz se deforma
e forma comigo um perfume sem par.
Esta tudo escuro na volta estrela
tudo muito ameaçador
me pinça a dor em tuas pontas de dama
e me ama e me coloca no tom.
Te acende pra mim estrela
aqui da calçada é hora
pois que agora desceste até mim
e o jasmim envolveu-nos
num sentimento quase sem fim.
Valério Rocha
11/07/08
10 de jul. de 2008
7 de jul. de 2008
2 de jul. de 2008
Desenhos de Viagem VI
13 de jun. de 2008
6 de jun. de 2008
Lançamento da Idéia 4

Acontece nessa sexta-feira (06/06/2008) a partir das 20h30min o lançamento oficial da Revista Idéia n° 4 no Espaço Cultural Petruzzi com a presença dos editores da revista Alisson Affonso, Ivonei D´Peraça e Wagner Passos.
Além de Rio Grande a Revista Idéia está sendo distribuída em Vacaria, Bento Gonçalves, Porto Alegre e também em outras cidades do país. Com a participação de artistas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minhas Gerais e Bahia, a publicação ganha destaque nacional, levando o nome da cidade para diversos lugares do Brasil e pode ser adquirida também pelo site http://email.terra.com.br/cgi-bin/vlink.exe?Id=uoa6%2BXYqEz/H67IVnKQtg0xXm8tIgzb6YXt0COQiCnrQPb2rZzZgew%3D%3D&Link=http%3A//www.vagaodohumor.com/ideia.htm
O 11° encontro do Grupo de Estudos em Animação da FURG acontecerá juntamente com o lançamento da Idéia no Petruzzi, com a presença de vários desenhistas que estarão realizando estudos de movimento através de desenhos do público.
O evento contará também com Wagner Passos e Alisson Affonso caricaturando todas as pessoas presentes ao som do Trio Acústico formado por Lilian Reckia - voz, Leopa - violão e voz e Gabriel Gonçalves na percussão. Repertório de pop rock e MPB com versões de Marisa Monte, Rita Lee numa proposta de fazer um mix dos anos 80 e 90.
O couvert artístico é R$ 7,50 com direito a uma Revista Idéia n° 4. O Espaço Cultural Petruzzi fica na Bacelar, 210 - tel 32317408.
Contato:
Wagner Passos
53-91254462
MSN: http://email.terra.com.br/cgi-bin/webmail.exe?Act_V_Compo=1&mailto=w-passos@hotmail.com&ID=IM83hCoFDv1Wcw1kKXQmGpNn0cDPoK0v&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=17388&Body=0
Além de Rio Grande a Revista Idéia está sendo distribuída em Vacaria, Bento Gonçalves, Porto Alegre e também em outras cidades do país. Com a participação de artistas dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minhas Gerais e Bahia, a publicação ganha destaque nacional, levando o nome da cidade para diversos lugares do Brasil e pode ser adquirida também pelo site http://email.terra.com.br/cgi-bin/vlink.exe?Id=uoa6%2BXYqEz/H67IVnKQtg0xXm8tIgzb6YXt0COQiCnrQPb2rZzZgew%3D%3D&Link=http%3A//www.vagaodohumor.com/ideia.htm
O 11° encontro do Grupo de Estudos em Animação da FURG acontecerá juntamente com o lançamento da Idéia no Petruzzi, com a presença de vários desenhistas que estarão realizando estudos de movimento através de desenhos do público.
O evento contará também com Wagner Passos e Alisson Affonso caricaturando todas as pessoas presentes ao som do Trio Acústico formado por Lilian Reckia - voz, Leopa - violão e voz e Gabriel Gonçalves na percussão. Repertório de pop rock e MPB com versões de Marisa Monte, Rita Lee numa proposta de fazer um mix dos anos 80 e 90.
O couvert artístico é R$ 7,50 com direito a uma Revista Idéia n° 4. O Espaço Cultural Petruzzi fica na Bacelar, 210 - tel 32317408.
Contato:
Wagner Passos
53-91254462
MSN: http://email.terra.com.br/cgi-bin/webmail.exe?Act_V_Compo=1&mailto=w-passos@hotmail.com&ID=IM83hCoFDv1Wcw1kKXQmGpNn0cDPoK0v&R_Folder=aW5ib3g=&msgID=17388&Body=0
15 de mai. de 2008
Injeção lental
Outro dia, enquanto botava meu fiel cão de guarda pra mijar e cagar, encontrei uns caras que passavam.
- coitadinha (mal sabe que o jack aceita tudo, menos lhe chamar de coitadinha)!
Enquanto jack se espremia pra largar um croquete, levei um papo como os caras. Eram dois operários, xirús rudes e baguais, mas de sentimentos puros. Deu pra sentir quando um disse pro outro... “Coitadinha, é “intrevada”, não anda por causa do acidente, um “auto” passou por riba dela, “moeo a ispinha”...
- Coitada, ta sofrendo, tem que dar uma “injeção lental” nela, pra prócimazinha pará de sofrê! Disse o outro, me olhando, esperando aprovação.
Não dei resposta, botei o Jack pra dentro e fechei o portão. Naquela noite Jack não dormiu, rosnou a noite inteira, não sei se de dor ou indignação.
Ai! tou um tanto lentio hoje...
Byrata
15/05/08
- coitadinha (mal sabe que o jack aceita tudo, menos lhe chamar de coitadinha)!
Enquanto jack se espremia pra largar um croquete, levei um papo como os caras. Eram dois operários, xirús rudes e baguais, mas de sentimentos puros. Deu pra sentir quando um disse pro outro... “Coitadinha, é “intrevada”, não anda por causa do acidente, um “auto” passou por riba dela, “moeo a ispinha”...
- Coitada, ta sofrendo, tem que dar uma “injeção lental” nela, pra prócimazinha pará de sofrê! Disse o outro, me olhando, esperando aprovação.
Não dei resposta, botei o Jack pra dentro e fechei o portão. Naquela noite Jack não dormiu, rosnou a noite inteira, não sei se de dor ou indignação.
Ai! tou um tanto lentio hoje...
Byrata
15/05/08
7 de mai. de 2008
Ilustração para a lenda de Imembuy
5 de mai. de 2008
Maiakóvski
E então, que quereis?...
Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da históriaé agitado.
As ameaçase as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.
(1927)
Fiz ranger as folhas de jornal
abrindo-lhes as pálpebras piscantes.
E logo
de cada fronteira distante
subiu um cheiro de pólvora
perseguindo-me até em casa.
Nestes últimos vinte anos
nada de novo há
no rugir das tempestades.
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da históriaé agitado.
As ameaçase as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.
(1927)
4 de mai. de 2008
Santa Maria 150 anos / Personagens populares II
3 de mai. de 2008
2 de mai. de 2008
1 de mai. de 2008
14 de abr. de 2008
11 de abr. de 2008
10 de abr. de 2008
8 de abr. de 2008
3 de abr. de 2008
Neruda eterno
É Proibido
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Pablo Neruda
É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.
É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
Pablo Neruda
1 de abr. de 2008
31 de mar. de 2008
19 de mar. de 2008
HQ "Loca de bagual"!

Apenas 10 Merréis (Brasil)
Encomendas: byrata@terra.com.br
18 de mar. de 2008
A pontuação da morte
Leia-se bem a morte:
morte, vírgula, ou morte, ponto.
Atente-se à pontuação:
depois da vírgula, segue,
mas depois do ponto, não.
Para os da vírgula
é preciso crença.
O ponto não,
o ponto dispensa.
Há quem pontue a morte
com uma interrogação,
estes estão no escuro.
Há também os reticentes,
morte em cima do muro.
E eu, poeta, afinal?
Depois da morte,
ponto final.
Antônio Augusto Ferreira (1936* - 2008+)
morte, vírgula, ou morte, ponto.
Atente-se à pontuação:
depois da vírgula, segue,
mas depois do ponto, não.
Para os da vírgula
é preciso crença.
O ponto não,
o ponto dispensa.
Há quem pontue a morte
com uma interrogação,
estes estão no escuro.
Há também os reticentes,
morte em cima do muro.
E eu, poeta, afinal?
Depois da morte,
ponto final.
Antônio Augusto Ferreira (1936* - 2008+)
17 de mar. de 2008
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